SHOWS MEMORÁVEIS DO LIBERA O BADARÓ

Estocolmo 1966
Tocando ao ar livre, enfrentando um frio de -45ºC e usando apenas bermudas floridas, o guitarrista teve a idéia de por fogo em sua guitarra para que ninguém da banda desmaiasse até o fim do espetáculo. Tempos depois um negão babaca copiaria a iidéia somente para se promover no Festival de Monterey.


Viscode de Mauá 1977
Esse show do Libera o Badaró ninguém nunca esquecerá, inclusive porque o Raul Seixas chegou acompanhado de 12 duendes e subiu no palco durante a apresentação e começou a cantar "Sociedade Alternativa" por quatro dias ininterruptos.


Paris, Maio de 1968
E as pessoas ainda se perguntam o que teria desencadeado todo aquele reboliço em Paris...


Rússia 1980
Que outra banda conseguiria fazer uma turnê por todo o território russo tocando em cima de uma vagão do expresso trans-siberiano?

 

Leia a entrevista com o LoB publicada no site Saladestar.



1 NO TELHADO,
1 NA LAJE E 3 NA GARAGE

Os primórdios do Libera o Badaró remontam, a nível de início, ao Terezinha Maciel Megadrive Acustic Band, que era exatamente a mesma coisa só que completamente diferente. O cartaz reproduzido ao lado (clique nele para ampliar a imagem) representa o auge do Terezinha: o Show do Dia das Crianças, em 1997, que reuniu mais de três pessoas no Black Jack Bar, em São Paulo. O show — que levou muita gente a outra casa noturna — deixou marcas permanentes nos integrantes da banda, que quase morreram quando o palco de 30 centímetros veio abaixo.

No mesmo ano, aconteceria o Show da Rua Delfina, no bairro paulista Vila Madalena (é, aquela da novela). A performance conhecida também como "1 no telhado, 1 na laje e 3 na garage", só não foi melhor porque foi completamente insuportável (veja as fotos acima). O evento foi registrado por um cinematografista amador, que aguentou heroicamente as primeiras músicas, mas acabou saindo correndo desesperado, deixando sua câmera para trás.

Clique no link abaixo para ver esse documento histórico:

Show da Rua Delfina (6 MB)
"1 no telhado, 1 na laje e 3 na garage
"



NOS TEMPOS DO TEREZINHA

Durante os anos da ditadura, os integrantes do Libera o Badaró foram implacavelmente perseguidos por vendedores ambulantes e credores. Naquele tempo, escondidos no subsolo do Mappin da Praça Ramos, três dos integrantes da banda concederam uma entrevista histórica a um documentarista da National Geographic, que os confundiu com arborígenes australianos. A fita com as imagens foi confiscada pelo governo militar por causa do conteúdo que, apesar de completamente incoerente, poderia ser uma manobra subversiva ou um dialeto russo, o que dava no mesmo na visão dos generais. Somente agora, a entrevista pode ser recuperada dos arquivos do SNI, que nunca conseguiu extrair nenhum sentido do que os integrantes da banda disseram.  Abaixo você poderá baixar os principais trechos da entrevista:



Como tudo começou
QuickTime (5,8 MB)
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Influências
QuickTime (5,7 MB)
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Só canta, meninão?
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Trabalho de base
QuickTime (2,4 MB)
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Hipinotizador de palitos
QuickTime (2,4 MB)
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Bom-moço
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Caminhos da banda
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